Scheidt reclama da perseguição de juízes
O tricampeão mundial e campeão olímpico da classe Laser, Robert Scheidt, está merecendo uma atenção especial dos juízes, que os dirigentes da vela brasileira definiram como ‘‘marcação cerrada’’. Robert é o único iatista que tem sido acompanhado de perto, todos os dias, pelos árbitros. Já foi punido com uma bandeira amarela, na primeira regata, e ontem, após dois primeiros lugares, obtidos na quinta e sexta regatas, em Gimli, teve seus resultados sob protesto. A comissão de regata questionou a falta do carimbo de medição na vela do barco Laser. Scheidt não lembrava se o carimbo foi colocado, mas garantia que a medição foi feita. Das nove classes pan-americanas da vela que disputa em Winnipeg, depois de três dias, o Brasil lidera na Laser, Europa e Lightning, está em segundo na Prancha a Vela masculina, Snipe e Hobie Cat 16 e em terceiro na Prancha a vela feminina, Laser Radial e Finn.

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