Belo Horizonte - No último confronto da Copa Davis entre Brasil e Suécia, na sueca Helsinborg, em 2003, pela primeira rodada do Grupo Mundial, Flávio Saretta fez o quinto e decisivo jogo contra Andreas Vinciguerra. Perdeu e a equipe brasileira caiu para a repescagem. Agora, hoje, às 10 horas, na abertura do playoff com os suecos, Saretta - designado pelo técnico Fernando Meligeni como o número 1 do time - volta a pegar o mesmo adversário e faz um jogo-chave. É o único ponto que não se pode desperdiçar, sob ameaça de comprometer o resultado final.
No segundo jogo do dia, também hoje, Ricardo Mello enfrenta Robin Soderling. Já na dupla, amanhã, às 12 horas, Gustavo Kuerten está confirmado ao lado de André Sá diante de Jonas Bjorkman e Simon Aspelin. No domingo, às 10 horas, jogam os números 1 de cada país, com Saretta x Robin Soderling, e depois, Mello contra Vinciguerra.
A confiança do treinador em Saretta representa uma grande chance de reabilitação. ''Da última vez que joguei com o Vinciguerra foi numa quadra coberta e de carpete'', lembrou o tenista. ''Agora, as condições são bem melhores, no saibro e jogando em casa.''
Mello e Soderling se encontram pela primeira vez. O tenista sueco é o número 35 do ranking e nas duas vezes em que jogou a Davis perdeu. Mas o próprio jogador encontrou uma justificativa. ''Foram em dois confrontos fora de casa, diante de Austrália e com a Argentina'', lembrou o sueco.
Guga confirmou que só vai mesmo jogar a partida de duplas. No caso de algum dos jogadores de simples sentirem algum problema, como lesão, quem entraria em quadra no domingo seria André Sá.

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