O tetracampeonato da Copa dos Campeões tem um motivo extra para ser comemorado pela Seleção Brasileira masculina: minimizar a recente série de resultados negativos diante da Rússia.
A quarta derrota seguida contra os europeus aconteceu na madrugada de sábado, impedindo o título antecipado do Brasil. Um 3 a 2 dolorido, após o time de Bernardinho ter aberto 2 a 0, fazendo com que a final olímpica de Londres voltasse a ser lembrada pela semelhança dos placares. Não dá para comparar a importância dos dois jogos, vários jogadores são diferentes... Ainda assim, o retrospecto atual incomoda muito os brasileiros, atuais vice-campeões olímpicos e da Liga Mundial.
Em várias declarações, os jogadores citam os russos. Wallace disse que seria engraçado ver a cara dos adversários após o título, Bruninho pediu para voltar a pensar na Rússia apenas em 2014... Até na conquista do Mundial de Clubes pelo Sada/Cruzeiro, semanas atrás, a rivalidade com a Rússia foi citada pelos selecionáveis que enfrentavam o Lokomotiv Novosibirsk, representante do país.
É visível que eles estão engasgados. E isso é ruim?Talvez nem tanto. Esporte se faz de rivalidade. Grandes jogos que possuem tal ingrediente costumam ser ainda melhores. A torcida espera ansiosamente pela revanche. E o que devem fazer os jogadores que tanto almejam a vingança esportiva? Aprender com os erros, aceitar que o adversário vive um momento melhor e buscar um detalhe neste nível de excelência para mudar o panorama.
Que venham mais e mais confrontos entre Brasil x Rússia! O vôlei agradece

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