Etíope Dawid Admasu, que correu por Bahrein, conquistou seu segundo título na prova masculina
Etíope Dawid Admasu, que correu por Bahrein, conquistou seu segundo título na prova masculina | Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo



São Paulo - O Brasil teve seu pior desempenho na São Silvestre desde 2011. Na 93ª edição da prova, nenhum atleta do País conseguiu ir ao pódio, composto pelos cinco primeiros colocados.
A vitória, assim como tem acontecido desde 2010, ficou com um atleta africano. Desta vez o vencedor foi o etíope Dawid Admasu, 31, com o tempo de 44min19s. Ele correu pelo Bahrein, em seu segundo título na prova. Havia ficado com o triunfo em 2014. Naquele ano, completara os 15 quilômetros com a marca de 45min04.
O jejum brasileiro, que agora completa sete anos, é o maior em 23 anos. Em 1994, Ronaldo da Costa venceu para acabar com uma seca que durava oito anos. A última vitória brasileira na São Silvestre foi em 2010, com Marílson Gomes dos Santos.

A queniana Flomena Cheyech venceu com folga, no 13º triunfo feminino do país africano em 43 edições
A queniana Flomena Cheyech venceu com folga, no 13º triunfo feminino do país africano em 43 edições



COM FOLGA
A queniana Flomena Cheyech não deu chances às adversárias e de forma tranquila conquistou neste domingo (31) a vitória na prova feminina da São Silvestre.
Ela completou os 15 quilômetros com o tempo de 50min18. A segunda colocada foi Sintayehu Hailemichael, da Etiópia, com 50min55. O terceiro lugar foi de Birhane Adugna, com 50min57.
Esta foi a 13ª vitória do Quênia desde que a versão feminina foi criada, em 1975. Assim, o jejum brasileiro segue. A última vitória do País entre as mulheres aconteceu em 2006, com Lucélia Peres.
A melhor brasileira foi Joziane Cardoso, que terminou somente na décima posição. Flomena abriu vantagem sobre as rivais a partir dos oito quilômetros e só teve de administrar o ritmo para conquistar a prova pela primeira vez em sua carreira.