São Paulo trata garoto de 16 anos como jóia
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segunda-feira, 01 de setembro de 2008
Agência Estado 
São Paulo - O garoto Oscar é a mais nova promessa do São Paulo. Na semana passada, o meia de apenas 16 anos estreou no time principal no empate sem gols contra o Atlético Paranaense, pela Copa Sul-Americana, e mostrou um pouco do futebol diferenciado de que se comenta nos bastidores do clube - apesar de ter errado um pênalti na decisão que eliminou os são-paulinos da competição.
Os torcedores puderam perceber também que, apesar de alto (1,79 metro), o jogador é bastante franzino (tem só 66 Kg). Preocupada em lapidar esta ''jóia preciosa'', a comissão técnica impôs, há pouco mais de um mês, um programa especial ao atleta, que agora mora no Centro de Treinamento. ''A idéia é ter ele usufruindo do contato com os profissionais para amadurecer como jogador'', explica Turíbio Leite de Barros, fisiologista do clube. ''Também estamos tendo um cuidado especial para que ele possa ganhar mais massa muscular.''
O processo pelo qual passa Oscar é semelhante ao que revelou o meia Kaká e o zagueiro Breno, duas das maiores estrelas recentes do clube. Ambos eram altos e franzinos como o garoto hoje, e precisaram se adaptar à maior força física que o futebol profissional exige. ''Essa idade é a ideal para ter um bom resultado'', conta Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol. ''A gente pode aproveitar a parte final do crescimento dele para estimular uma resposta hormonal ideal. A própria natureza ajuda.''


