São Paulo congela os salários
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segunda-feira, 18 de junho de 2001
Agência FolhaDe São Paulo 
Se quiser continuar no São Paulo, o meia Souza terá de abrir mão de um reajuste salarial em sua renovação de contrato. O compromisso do jogador termina no dia 25 de julho, e o presidente do clube, Paulo Amaral, disse que não lhe oferecerá aumento salarial. A partir de agora não daremos aumento para ninguém. As receitas estão diminuindo e não temos como aumentar os salários, afirmou o dirigente são-paulino.
Atualmente, Souza recebe R$ 65 mil por mês. Não vou decidir nada antes de conversar com a diretoria, declarou o meia.
Além do salário congelado o fato de a equipe contar agora com três meias canhotos também torna difícil a permanência de Souza. Além dele, Leonardo e Carlos Miguel têm essa característica.
Leonardo não jogará a Copa dos Campeões. Mesmo assim, Souza ficou na reserva no treino de ontem. Ele perdeu a posição para o volante Fábio Simplício.
O São Paulo já teria oferecido o jogador para a Lusa na tentativa de ficar com o zagueiro Emerson. A diretoria do São Paulo continua trabalhando a passos de tartaruga. O diretor de futebol José Dias não fechou acordo com a Portuguesa, para trazer Emerson, o tão sonhado zagueiro que o técnico Nelsinho Baptista contava para reforçar a equipe na Copa dos Campeões, e os caras novas que vão a Maceió são os inexpressivos Lino e Douglas.
O goleiro Rogério se negou a falar, ontem à tarde, sobre a possibilidade de não disputar a Copa dos Campeões por não ter recebido aumento.


