O São Paulo começa a definir, a partir de hoje, o futuro de seu Departamento de Futebol. O objetivo: profissionalizar o setor e adequar-se às exigências da Lei Pelé, que obriga os clubes brasileiros a virar empresa em março do próximo ano. Uma comissão, comandada pelo presidente José Augusto Bastos Neto, vai analisar as propostas de quatro empresas. Não há data para a definição do acordo de parceria.
Entre os candidatos, estão dois fortes grupos norte-americanos: o NationsBank e o Inter Public Group (IPG), representado no Brasil pela Koch Tavares. O objetivo do banco é firmar um acordo parecido com o acertado com o Vasco, no ano passado, dando prioridade à exploração da marca, em troca de um alto investimento em contratações. Os valores não foram revelados.
A IPG, empresa de capital aberto, avaliada em US$ 9 bilhões, é mais ambiciosa. Além da exploração comercial do Departamento de Futebol, ela, com o apoio da Octagonon, seu braço esportivo, pretende negociar a contratação de atletas e transformar o Morumbi num palco de grandes eventos esportivos.
Outras duas empresas de marketing esportivo também estão na concorrência. A Pelé Sports representa a suíça International Sports Licensing (ISL), que, nesta semana, acertou uma parceria com o Flamengo.
Sexta-feira, o São Paulo também começa a estudar propostas de empresas interessadas em explorar a publicidade estática do Morumbi - bebida e alimentação.

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