São Paulo ainda não resolveu se vai à Justiça comum
São Paulo, 18 (AE) - A decisão de o São Paulo assumir, sem o apoio do Sindicato das Associações de Futebol Profissional do Estado de São Paulo (Sindbol), a responsabilidade de ingressar na Justiça comum com uma ação para recuperar os pontos perdidos para o Botafogo-RJ no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) está perdendo força. Depois de o recurso impetrado pelo Sindbol ter sido rejeitado na 9.ª Vara Cível da Justiça Federal, na semana passada, o Tricolor, por meio do Conselho Deliberativo e do Departamento Jurídico, decidiu apelar por conta própria.
Na terça-feira, o presidente do conselho, Milton José Neves, afirmara que a idéia era entrar até esta quinta-feira com um pedido de liminar na Justiça. Hoje, a situação está mais complicada. Por causa de divergências internas do órgão - alguns conselheiros têm medo de o clube sofrer represálias por parte da Fifa -, o caso ainda não foi resolvido. Segundo o diretor-jurídico do São Paulo, Alberto Bugarib, a idéia, levantada por uma "questão moral", ainda não foi descartada.
Apenas está sendo novamente estudada.
Em relação ao atacante Sandro Hiroshi, o Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (Sapesp) espera receber, até amanhã, uma liminar do Tribunal do Trabalho de São Paulo para cancelar a suspensão imposta ao atleta pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por falsidade ideológica. A medida também vale a Henrique (São Paulo), Bell (Botafogo-SP) e Anaílson (Rio Branco).





