Criciúma-Passivo e com seu goleiro como destaque da partida. Assim foi o São Paulo , no empate por 1 a 1 com o Criciúma. O Tricolor 'achou' um ponto no Brasileiro, o segundo da equipe do Morumbi ainda sem vitória na competição.
Raros são-paulinos não ficaram entusiasmados com a performance da equipe nos primeiros minutos. Marcação forte na saída de jogo e pressão sobre o adversário. A consequência foi natural. Logo aos seis minutos a bola partiu da defesa e encontrou Luís Fabiano em posição legal e livre de marcação na intermediária ofensiva. O artilheiro avançou, passou pelo goleiro Fabiano, driblou um zagueiro e tocou para o gol vazio.
O que parecia ser prenúncio de uma tarde vitoriosa, recheada de gols, marcou a retração são-paulina. O time recuou e acabou dominado pelos donos da casa, a ponto de o goleiro Roger destacar-se. A cinco minutos do final da primeira etapa, Fábio Simplício não acompanhou a avançada do lateral Luciano Almeida, que tocou à esquerda de Roger.
Para quem achou que a tendência seria de os times diminuírem o ritmo, enganou-se. Foram 45 minutos de tensão. Prova disso foram os 12 cartões amarelos, dois dos quais transformados em vermelho (Rico e Dejair). O Criciúma manteve o domínio e Roger, o bom desempenho.
O time de Oswaldo de Oliveira restringia-se aos contra-ataques. Em um desses, Reinaldo foi deslocado dentro da área e conseguiu a marcação do pênalti. Luís Fabiano cobrou e Fabiano defendeu.
Oliveira teve de substituir Souza, machucado, por Rico. Reinaldo acabou deslocado para o meio. Na etapa final, alterou o time apenas aos 44, quando substituiu Reinaldo por Cléber. No último minuto, os catarinenses marcaram: Cametá, de cabeça, acertou o travessão.

mockup