São Paulo - Depois da seleção, que penou para garantir classificação à Copa do Mundo de 2002, é a vez do Brasil sofrer com seus clubes em competições na América do Sul.
Na Copa Libertadores-2002, em que hoje, no Paraguai, às 19h20 (horário de Brasília), o São Caetano enfrenta o Cerro Porteño, o futebol brasileiro, com suas equipes somadas, tem campanha mais fraca do que os representantes de países como Chile e Paraguai.
Com exceção do Grêmio, que venceu os três jogos que disputou e está perto de garantir sua classificação, todos os outros representantes brasileiro na principal competição sul-americana estariam hoje eliminados se a primeira fase já estivesse encerrada.
O Atlético-PR, atual campeão nacional, ainda não venceu nas três partidas que disputou.
Dessa forma, já fala em priorizar a Copa Sul-Minas, onde ainda tem boas chances.
O Flamengo, que quarta-feira enfrenta o Olimpia, perdeu em duas das três vezes que entrou em campo pela Copa Libertadores.
Já o São Caetano, que em 2001 ao menos chegou na segunda fase, tem uma vitória e uma derrota na competição sul-americana.
Assim, os clubes brasileiros já acumulam cinco derrotas em 11 partidas disputadas pela edição 2002. No ano passado, quando classificou às oitavas-de-final seus quatro representantes (Cruzeiro, Palmeiras, São Caetano e Vasco), o Brasil só conheceu duas derrotas nas 24 partidas de seus times na fase inicial.
Mesmo com a boa performance gremista, as equipes brasileiras só conquistaram 48% dos pontos que disputaram, aproveitamento mais baixo do que o registrado por quatro países.
Para o jogo de hoje, o time do ABC terá o desfalque do zagueiro Daniel, que serve a seleção brasileira que enfrenta na próxima quinta-feira a Islândia. Assim, Serginho será mais uma vez recuado para a zaga.




Em Ciudad del Este, Paraguai
Cerro Porteño
Bobadilla; Balbuena, Caballero, Cáceres e Martínez; NúÀez, Pacheco, Aquino e Virgilio Ferreira; Francisco Ferreira e César Ramírez. Técnico: Mario Jacquet
São Caetano
Sílvio Luiz; Russo, Serginho, Dininho e Rubens Cardoso; Marcos Senna, Marlon (Messias), Adãozinho e Aílton; Brandão e Wagner (Anaílson). Técnico: Jair Picerni
Estádio Trés de Febrero
Árbitro: Daniel Giménez (Argentina)
Horario: 19h20

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