São Caetano quer manter sua ascensão meteórica
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2001
Agência Estado De São Caetano do Sul 
Não retornar ao passado é o principal desafio do São Caetano dentro de campo. Dar passos para trás, retroceder, é o fantasma que o time passa a exorcizar a partir de hoje, quando efetivamente começa a pensar na temporada de 2001. De bem com a vida e satisfeito com as conquistas do último ano garantiu presença na Primeira Divisão do Paulista, na Libertadores e, de quebra, a promessa da CBF de estar no grupo de elite do próximo Brasileiro , a missão agora é manter a meteórica ascensão.
Fazer feio depois de tanto destaque é o que os jogadores nem cogitam. A simpatia garantida com a surpreendente campanha de vice-campeão da Copa João Havelange agradou. Na equipe de Jair Picerni, todos querem provar que não são fogo de palha.
Vamos participar das competições com o intuito de buscar títulos. Confirmar nosso potencial, disse Serginho. O argumento do zagueiro é simples: Saíram apenas três (Claudecir, Japinha e Adhemar). A base é igual, o que dá a segurança de continuar com um grupo forte.
É a aposta do treinador Jair Picerni. Com contrato renovado até dezembro, ele pediu a contratação dos atacantes Magrão, ex-Botafogo, e Sinval, ex-Vitória. Indicou o acerto com o meia Marlon, que estava no União São João, e com o volante Simão, ex-Portuguesa. O ano 2000 correu às mil maravilhas. Que 2001 seja melhor: às duas mil maravilhas, brincou o técnico.


