Imagem ilustrativa da imagem SANTOS X FIGUERENSE<br> VITÓRIA ABENÇOADA



Justiça está longe de ser palavra de ordem no futebol, e na noite de ontem, a palavra também passou longe da Vila Belmiro na vitória de 3 a 1 do Santos sobre o Figueira.
Enquanto o Figueirense bombardeou o goleiro Aranha, chegando mais de dez vezes à área alvinegra só no primeiro tempo, foi do Peixe o primeiro gol do jogo.
O mandante Santos não propôs o jogo, e para atacar dependia dos ataques do Figueira para responder. Nessas condições Lucas Lima apareceu, chamou o jogo e criou chances, como a assistência para o gol de cabeça de Leandro Damião.
E com tantas oportunidades criadas, com direito até a bola na trave, o time de Florianópolis empatou a partida em um lance que teve pouco mérito. Leandro Silva, buscando o cruzamento na área, acertou a mão de Alison, que estava bem próximo da bola.
Sem ter alguma dúvida vendo a bola na mão, o árbitro Elmo Rezende Alves marcou o pênalti e Giovanni Augusto converteu.
O segundo tempo não começou diferente, e o Peixe continuou levando pressão do Figueirense dentro da própria casa.
Souza, que substituiu Arouca no meio de campo alvinegro, não se alternou com Alison na marcação, deixando o setor com muitos espaços abertos, assim como o garoto Caju, de 19 anos, que ocupou a lateral esquerda na vaga de Zeca.
A melhor atuação do visitante não impediu o time de Enderson Moreira de voltar a ter vantagem no placar, com um belo gol de Robinho, de fora da área e de canhota.
O resultado de 3 a 1 traduz o jogo apertado para a equipe capitaneada por Robinho, mas não revela a dificuldade sofrida pela defesa, que do meio para trás levou sufoco durante boa partida da partida.
Com um estilo pragmático, Enderson deixa claro que quer só o resultado, mesmo se o jogo for feio.

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