Santos - O Santos vai ter uma nova cara no Campeonato Paulista e a tendência é que nos primeiros jogos seja inferior ao time atual. Os cinco candidatos que vão concorrer à presidência na eleição de 6 de dezembro prometem uma equipe competitiva e com jogadores midiáticos para atrair fortes patrocinadores, mas o vencedor terá problemas urgentes para resolver e pouco tempo para mudar o futebol.
Robinho pode ser a primeira grande perda. O Milan deve usar o direito de interromper o empréstimo do atacante para colocá-lo em novo clube, nos Estados Unidos ou no Catar, visando a recuperação de pelo menos uma parte do muito que investiu na sua contratação.
As vendas de Gabriel, Lucas Lima, Mena, Arouca, Thiago Ribeiro e Alison, entre outros, ficam na dependência de aparecimento de boas propostas. Os atuais dirigentes e os postulantes à presidência entendem que nenhum jogador é inegociável e que é preciso vender para reequilibrar as contas.
As contratações de reforços deve seguir o modelo adotado no mandato-tampão de Odílio Rodrigues Filho, que contou com o aporte de recursos do fundo de investimentos Doyen Sports para levar Leandro Damião (R$ 42 milhões, mais juros de 10% em euros, por ano) e Lucas Lima (R$ 5,5 milhões) para a Vila Belmiro. São compromissos a serem quitados mais à frente pelo Santos e em caso de venda dos jogadores, o clube tem uma porcentagem no lucro.

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