Santos cobra honra e garra de seus jogadores
foram realizadas duas reuniões. Na primeira, dez atletas foram chamados e os dirigentes fizeram cobranças e discutiram a premiação por vitórias, que continua indefinida. "Não é que o Santos tivesse obrigação de ganhar do Mogi, mas não podia se entregar como se entregou no segundo tempo", disse o presidente Marcelo Teixeira, depois do encontro. "Se há problema técnico, os jogadores precisam honrar a camisa do Santos e lutar e superar isso com muita garra". Teixeira admitiu que a premiação continua indefinida. "Falta pouco para o acordo, mas não é esse o fator que está pesando", comentou. Os comentários que haviam circulado à tarde no CT Rei Pelé eram de que havia um descontentamento por parte dos jogadores justamente pela indefinição sobre os prêmios. O presidente santista revelou que todos foram chamados - a comissão técnica e os principais jogadores - para serem cobrados. "A partir de agora, começa uma nova etapa na vida do clube, com mais cobrança e com maior presença dos dirigentes". O presidente santista não cogitou em demitir o treinador, que acabou saindo fortalecido desse novo episódio, já que deixará de carregar sozinho os insucessos do time. Valdir, ao deixar a reunião, recusou-se a falar do que foi tratado, indicando que houve um acordo para não se divulgar os assuntos discutidos. Além dele, participaram Rincón, Carlos Germano, Caio, Dodô, Robert, Valdo, Claudiomiro, Galván e Márcio Santos.Por José Rodrigues Santos, 10 (AE) - A diretoria do Santos resolveu dividir a responsabilidade pela campanha irregular do time entre a comissão técnica e os jogadores. Hoje à noite, na Vila Belmiro





