Santos - Márcio Fernandes avisara tão logo que assumiu o Santos que não faria mais coletivos. A justificativa era de que desestimulavam ainda mais os reservas e pouco contribuíam para decisões às vésperas de um duelo. Ele intensificou os dois toques, movimentação, segundo Fernandes, ideal para exercitar o senso de grupo e aprimorar a troca de passe. ''Surtiu efeito o trabalho de posse de bola que fazemos no treino. Estamos com mais qualidade na saída de bola e mantivemos boa troca mesmo com a torcida do Grêmio empurrando. Parece que jogamos juntos há dois, três anos, tamanha facilidade com que estamos rodando o jogo'', exalta o volante Roberto Brum.

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