Sanderlei Parrela, classificado para a disputa dos 400 metros, está fora dos Jogos Olímpicos de Sydney. A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) recebeu ontem a confirmação por parte da Federação Internacional de Atletismo Amador (IAAF) de que o laboratório credenciado identificou, na amostra de urina ‘‘B’’ do atleta, coletada no dia 14 de maio deste ano, durante a realização do Grand Prix Brasil de Atletismo, no Rio de Janeiro, a presença da substância proibida ‘‘metabolite norandrosterone’’.
Logo após a confirmação dos exames laboratoriais, a CBAt divulgou nota oficial lamentando o ocorrido e informado que de conformidade com o disposto nas normas da IAAF, Sanderlei Parrela está provisoriamente suspenso de participar de competições de atletismo, a contar de 29 de junho deste ano, devendo seu caso ser apreciado agora pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Confederação Brasileira de Atletismo.
O resultado positivo de doping já havia acontecido na amostra de urina ‘‘A’’, ou seja, a primeira a ser examinada após a competição. Isso ocorreu no dia 29 de junho, mas o atleta declarou inocência e indicou o seu técnico, Luiz Alberto de Oliveira, e mais um especialista no assunto, Dr. David Black, para acompanhar a realização do exame da contraprova ‘‘B’’, que foi realizado em laboratório credenciado pela IAAF, em Montreal, no Canadá. O santista Sanderlei Claro Parrela treina com Luiz Alberto de Oliveira, nos Estados Unidos e defende o Vasco da Gama.

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