O Sancor Seguros Vôlei Maringá afirmou que o futuro do projeto segue “indefinido” e negou já ter tomado a decisão sobre uma possível transferência para Londrina. Em nota enviada à imprensa, a equipe também rebateu declarações do secretário de Esportes de Maringá, Paulo Biazon, que havia acusado o projeto de se recusar a apresentar a proposta feita pela Prefeitura de Londrina.

Na quinta-feira (16), a FOLHA publicou que um acordo com Londrina estava próximo, após uma fonte ligada à administração municipal afirmar que a vinda do Sancor para representar a cidade na Superliga de Vôlei “estava fechada”, restando apenas ajustes para a oficialização.

Sobre as declarações do secretário, o Sancor ressaltou que não recebeu qualquer solicitação para apresentar a proposta de Londrina. "Não estamos leiloando o projeto", indicou a nota da Sancor.

Veja a nota oficial do Sancor Seguros Vôlei Maringá:

"O projeto Sancor Seguros Vôlei Maringá informa que segue indefinido o futuro da equipe sobre a permanência na cidade, representando o município na Superliga Feminina.

Em relação à entrevista concedida pelo secretário de Esportes, Paulo Biazon, na manhã de ontem, dia 16, durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Maringá, esclarecemos que a equipe realiza, sim, a inscrição de atletas para participação de competições oficiais, como Jogos da Juventude e Jogos abertos, e não inscrição para a Superliga. Esses registros são necessários e obrigatórios para vincular as atletas ao município, possibilitando que a equipe represente a cidade de Maringá na modalidade.

Esclarecemos ainda que, em nenhum momento, fomos questionados pelo Poder Executivo de Maringá sobre os valores da proposta recebida da Prefeitura de Londrina.

Reforçamos que não estamos leiloando o projeto. O que buscamos é o apoio mínimo necessário para a manutenção da equipe e a continuidade da representação de Maringá no cenário nacional do voleibol feminino."

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