São Paulo - Apenas uma pressão muito grande da torcida é capaz de derrubar Tite no Corinthians. E, mesmo assim, a saída viria sob justificativa de que o técnico estaria deixando o clube por causa da segurança, dele e de sua família. Ou seja, num pedido de demissão.
Irredutível em sua palavra de manter o treinador até o fim do ano, custe o que custar, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, já conseguiu domar a oposição do clube. Maior fonte de pressão pela queda do comandante, os opositores foram convencidos pelo mandatário de que a permanência de Tite até dezembro, quando termina o contrato, é o melhor a ser feito neste momento.
Andrés Sanchez ganhou um trégua no assunto ''Tite'' dentro das alamedas do Parque São Jorge e agora tenta, também, diminuir as cobranças das arquibancadas. A Gaviões da Fiel, principal organizada corintiana, garante o apoio ao time e à comissão técnica.
O Corinthians não ganha há três rodadas no Brasileirão e caiu da liderança para a quarta posição. Neste domingo, enfrenta o Bahia, no Pacaembu.

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