São Paulo - Por economia, o técnico interino Roberto Rojas tem chances reais de ser efetivado no cargo. Depois da negativa de Tite, nesta quinta-feira foi a vez de Toninho Cerezo dar um susto na diretoria do São Paulo: no primeiro contato, ele aceitou trabalhar com a comissão técnica montada pelo clube, mas disse não abrir mão de receber US$ 50 mil cerca de R$ 150 mil , metade do que ganhava no Kashima Antlers, do Japão.
''Os técnicos viraram vedetes. Querem ganhar demais. Queremos o Cerezo, mas não estamos dispostos a pagar tanto por um técnico. Isso já está decidido. Não iremos comprometer o nosso clube com salários de treinador. O trabalho de Rojas está sensacional'', desabafou o diretor de futebol do clube, Juvenal Juvêncio.
Novos contatos com Cerezo deverão ocorrer, mas a diretoria não está disposta a pagar mais do que R$ 70 mil ao novo treinador. A decisão de Cerezo de viajar para a Itália e depois para o Japão, antes de começar a negociar com o clube, não agradou os são-paulinos.

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