SAL participa normalmente da transição no clube
SAL participa
normalmente da
transição no clube
Nelson Cilo
A Sociedade Amigos do Londrina (SAL) só entregará o comando definitivo do clube no instante em que as dívidas do clube e os demais compromissos assumidos por ela estiverem regularizados. Portanto, a SAL ainda não entregou oficialmente o poder ao grupo liderado pelo empresário Gilberto Alves de Lima. O presidente, Marcos Alexandre Domingues, procura esclarecer as informações desencontradas.
O próprio Marcos Alexandre fará parte do chamado conselho de transição, que, na fase de transição, fará o levantamento das finanças do Londrina. Depois disso, o dirigente decidirá se sai ou continua. Além de Marcos Alexandre, a SAL terá mais dois representantes no conselho: Mauro Viotto e Antonio Amaral. A outra ala, liderada por Gilberto Alves de Lima, indicará mais dois nomes.
Segundo Marcos Alexandre, este acordo ficou decidido no último dia 25, véspera da reunião do Conselho Deliberativo que iria aprovar o lançamento do esboço de uma estrutura empresarial para o Londrina. Durante a transição, é preciso elaborar mudanças estatutárias que permitam a transformação do Londrina em clube empresa - ou Sociedade Anônima, segundo prevê a Lei Pelé, reafirmou Marcos Alexandre. É bom deixar claro que, desde janeiro, discutíamos uma forma de viabilizar a saída da SAL, mas eu já impunha algumas exigências, principalmente o saneamento das dívidas. Em maio, eu e o Gilberto começamos a manter frequentes contatos. Há dias, decidiu-se que um grupo poderia assumir. Aceitaram minhas condições. Mas é necessário que o último compromisso esteja pago, acrescentou.
O dirigente também negou que tivesse criticado o prefeito Antonio Belinati (PDT). Disse apenas que havia a promessa de que a SAL receberia uma verba total de R$ 700 mil no ano passado, mas recebemos R$ 401.651,00, afirmou. Até hoje, houve transparência no meu trabalho e agora não seria diferente, concluiu Marcos Alexandre.





