O presidente da Sociedade Amigos do Londrina (SAL), Marcos Alexandre Domingues, disse ontem que aguarda o desfecho da denúncia do Maringá, encaminhada na sexta-feira à Assessoria Jurídica da Federação Paranaense de Futebol, contra o Francisco Beltrão e Matsubara. Segundo o presidente do Maringá, Ronaldo da Silva Maia, os dois clubes não teriam pago a taxa cadastral (R$ 500,00) no prazo limite estipulado pela CBF - 28 de fevereiro.
Marcos Alexandre entende que a briga do Maringá nem depende do apoio do Londrina. Lembra que cabe ao Tribunal de Justiça Desportiva da FPF decidir. ‘‘É claro que temos interesse em que acusação seja esclarecida. Se ficar comprovado que a Federação Paranaense de Futebol se omitiu diante de uma eventual irregularidade, o presidente da entidade teria cometido crime de responsabilidade. Se o Beltrão e Matsubara forem culpados, seria preciso simplesmente puni-los’’, afirmou.
O presidente da Sociedade Amigos da Sede Campestre do Londrina, Agostinho Miguel Garrote, avisou ontem que ele, o presidente Zé Café e alguns conselheiros do clube serão recebidos hoje, às 9 horas, pelo prefeito Belinati. Em pauta, o futuro do Londrina.
Enquanto isso, o técnico Varlei de Carvalho telefonou ontem e pediu autorização para dirigir o Comercial de Ribeirão Preto no Torneio da Morte da Série A-2 do Campeonato Paulista. Marcos Alexandre concordou. Na segunda quinzena de maio, Varlei se reapresenta e inicia o planejamento para a Série B do Brasileiro. Os 24 participantes irão ratear R$ 1 milhão e receberão passagens aéreas em todos os jogos. Haverá transmissão pela Globosat e Bandeirantes.

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