Os jogadores do Atlético querem acabar com a sina de jogar no domingo, às 15 horas, e não conseguir uma vitória. Nos últimos dois jogos nesse horário, o Atlético empatou de 1 a 1 com o Paraná Clube, tendo sempre largado na frente. Esses resultados acabaram provocando uma crise interna, que quase valeu o cargo do treinador Flávio Lopes.
O técnico, ainda magoado pelas cobranças da torcida que deseja sua demissão, vai puxas os trabalhos técnicos e de fundamentos nos próximos treinos. Lopes espera aprimorar o passe e a finalização, pontos falhos da equipe nos últimos dois jogos. ‘‘Tenho que me preocupar com o time. Preciso colocar meus jogadores em campo com o espírito vencedor. Eles vão ter que imprimir um ritmo forte e conseguir o título’’.
O zagueiro Nem se recupera de uma pancada no pé, desferida pelo zagueiro Scheidt, do Corinthians, há uma semana e garante que vai enfrentar o Paraná. O jogador só fica de fora clássico se for suspenso amanhã pelo Tribunal de Justiça Desportiva pela expulsão no jogo contra o Malutrom.
O Atlético persegue o terceiro bicampeonato paranaense da sua história. Um empate é suficiente para o Rubro-negro levantar o troféu da competição. Uma derrota, por qualquer placar, dá o título para o Paraná Clube. ‘‘É o nosso último compromisso do semestre. O jogo não vai ser fácil. Respeitamos nosso adversário, mas vamos atrás nosso objetivo’’, disse o lateral Fabiano.

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