Rubinho pensa no pódio
No treino livre Rubens Barrichello obteve o terceiro tempo, por esse motivo a sexta colocação ontem, no grid para o GP da Alemanha, ficou abaixo da sua expectativa. ‘‘Nós tivemos de mudar a asa traseira para a antiga, o que certamente nos tirou velocidade.’’ No treino da manhã, o carro de seu companheiro, Johnny Herbert, quebrou a cerca de 350 km/h. O Stewart bateu várias vezes na grade, mas o piloto não se feriu. ‘‘Tivemos de optar pela antiga por uma questão de segurança’’, explicou Barrichello. Sobre a corrida, o piloto comentou que se o carro e o motor suportarem as exigentes 45 voltas, suas chances de ficar entre os primeiros são boas.
‘‘A coisa está difícil aqui’’, falou Pedro Paulo Diniz, da Sauber, 16º colocado. ‘‘Mas é fácil compreender as razões de nós estarmos mal, a equipe não testa nada de novo.’’ A aerodinâmica do carro da equipe suíça não funcionava ontem, segundo seus pilotos. Jean Alesi, companheiro de Diniz, larga em 21º, na última fila.
A equipe BAR compreendeu que não adianta manter um engenheiro sem experiência na Fórmula 1 para trabalhar com Ricardo Zonta. ‘‘Acho que desta vez eles entenderam’’, falou Zonta, 18º no grid. ‘‘Nós estávamos perdidos e copiamos o acerto do Jacques Villeneuve (seu companheiro).’’ Ocorre que a forma de o canadense pilotar é bem distinta da de Zonta. ‘‘Ele gosta de ser agressivo com o volante, enquanto eu sou mais progressivo e, claro, isso condiciona outro ajuste.’’

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