Montreal - Ao contrário de seu companheiro de equipe, Michael Schumacher, o brasileiro Rubens Barrichello está bastante otimista para o GP do Canadá. ''Apesar de saber que não temos o carro mais rápido do grid, acredito que a gente possa ganhar'', comentou o brasileiro em entrevista coletiva concedida ontem em Montreal.
''As equipes rivais estão muito bem'', completa Rubinho. ''Só que o circuito foi recapeado, um fator desconhecido para todos, e que pode mudar algumas coisas. Acredito que o tempo também pode trazer algumas surpresas.''
Perguntado se teria a mesma atitude do finlandês Kimi Raikkonen no final do GP da Europa, quando tentou terminar a prova mesmo com o pneu danificado, o piloto da Ferrari disse que não. ''Se fosse eu guiando o carro, certamente teria parado nos boxes. Não por ser uma situação perigosa, por medo de sofrer um acidente, morrer ou algo assim, mas porque não estava funcionando'', comentou Barrichello. ''Acho que naquele caso seria melhor ficar com oito pontos.''
Villeneuve Criticado pelo chefe da Sauber e com seu futuro como alvo de especulações, o otimismo do canadense Jacques Villeneuve na Fórmula 1 está se esgotando.
Questionado pelos repórteres em sua corrida em casa, o Grande Prêmio do Canadá, se já havia tomado uma decisão sobre seu futuro após 2006, quando seu contrato de dois anos com a Sauber acaba, Villeneuve não falou sobre suas perspectivas. ''Não faço idéia'', respondeu ele. ''Se continuar como esse ano, não haverá muita escolha''.
Villeneuve, único campeão mundial do Canadá, tem muitos problemas para resolver no momento. Apesar de seu contrato para o próximo ano, ainda há rumores de que será substituído antes disso particularmente se a BMW se tornar parceira de motores da Sauber.

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