Budapeste, Hungria - Rubens Barrichello classificou-se em segundo, pela sétima vez este ano, atingiu 82 pontos e superou sua melhor marca até então, 77 pontos em 2002. E ainda restam cinco etapas para o encerramento da temporada. ''Eu tinha pneus moles e o Schumacher, duros. Fiz uma aposta que deu até certo, mas apenas no fim da prova, quando havia mais borracha no asfalto'', disse. ''Apenas em uma parte da corrida poderia ser mais rápido que ele'', comentou resignado. ''Desde que estou na Ferrari, em 2000, a equipe sempre foi campeã, sinto-me orgulhoso de ajudar a Ferrari.''
Schumacher afirmou ontem que não irá esperar até o GP da Itália, dia 12 de setembro, o seguinte ao da Bélgica, para definir o título. E Rubinho falou que, embora suas chances sejam quase zero, lutará até que matematicamente o campeonato acabe.
Outra boa prova de Antonio Pizzonia que chegou em sétimo com a Williams. ''De qualquer forma somei mais dois pontos para a equipe, meu objetivo aqui'', afirmou o piloto amazonense.
Ricardo Zonta, da Toyota, substituto de Cristiano da Matta, levou o chamado totó de Giorgio Pantano, da Jordan, na curva 1, depois da largada, rodou e caiu para último. ''Estou profundamente desapontado com esse resultado. Não era assim que imaginava voltar à Fórmula 1.''
Zonta conseguiu retornar à prova e seu ritmo não era ruim. Na 31 volta abandonou. ''Me pareceu um problema hidráulico'', disse.
Felipe Massa, da Sauber, também não foi até o fim das 70 voltas. Largou em último por conta de a equipe substituir o motor e optar por não registrar tempo na classificação. ''Ultrapassei alguns pilotos, mas o pedal do freio começou a abaixar e o time me chamou para box por razões de segurança (21 volta).''

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