Royal vai bancar
torneio em Londrina
Quarta-feira, à tarde, uma conversa bem interessante para o golfe londrinense. Luiz Carlos Miguita, presidente do Londrina Golf Club e Marcos Holzmann, do Royal Golf Residence, definiram alguns detalhes para a realização do primeiro torneio de golfe, envolvendo os condôminos, do empreendimento da Teixeira & Holzmann. Vai ser uma competição para principiantes, que acontecerá no Londrina Golf, mas que também terá a participação de convidados, tanto do Royal Golf, como do clube londrinense.
A idéia do Marcos é fazer com que, quem está ou vai morar no Royal Golf, comece a se interessar pelo esporte, porque segundo previsões dos responsáveis pelo campo do Royal, no segundo semestre os nove buracos, que estarão entre os mais belos do Brasil, poderão ser inaugurados, numa festa que vai ficar gravada por muito tempo aqueles que participarem do evento, pois será bem ao estilo das promoções que os londrinenses têm realizado com grande sucesso, em praticamente todas as áreas.
Entre os detalhes ainda não definidos estão os dias em que a competição será efetuada, mas sabe-se que vai acontecer em maio, após o 7º Open Norte do Paraná, que será realizado nos dias 6 e 7 de maio. Aliás esse torneio, como o Open farão parte das comemorações dos 500 anos do Brasil e dos primeiros 10 anos de vida do Londrina Golf Club. Uma parceria que começa a nascer e que poderá trazer grandes benefícios para o golfe não só de Londrina e região, mas para o Paraná e Brasil.
PAR 3
No Clube Curitibano, foi realizado anteontem, o Torneio Confraternização. Competição de reúne um grupo de golfistas daquele clube. Recebi com alegria o convite de Marcos Axel Rudi para ir jogar, mas infelizmente não foi possível.
Pode deixar caro Marcos, na próxima vez pode dar certo e aquela costelada fica para a próxima vez. Sempre foi bom jogar no Clube Curitibano, um campo de 18 buracos que dá prazer de, sempre que possível, jogar nele.
No Graciosa Country Club, a preparação é para o próximo Aberto do Paraná, em sua 52ª edição, aliás, o mais tradicional evento de golfe no Estado. Mas é bom os golfistas de categorias altas ir sabendo, que na fase de classificação teve jogar que fez net de 62, ou seja, só 10 abaixo do par.
Se a Federação Paranaense de Golfe (FPG) não revisar direitinho o handcap de alguns jogadores, é bom saber que a disputa ficará entre poucos pistoleiros. Está na hora da FPG não olhar apenas, mas mudar as coisas. A idéia que se tem é que só jogador do interior é que baixa de handcap.
Aliás, quando o presidente Pedro Cominese ainda era candidato à presidência, uma das promessas era rever os handcaps. Escores baixos que vem ocorrendo mostram que as mudanças não aconteceram. O departamento técnico parece estar trabalhando nisso, mas pelo jeito de uma forma muito morosa.
No tocante a handcap, a coisa tem que fluir mais rápido, pois a cada dia são novos jogadores que iniciam e, se não ocorrerem mudanças, esses novatos vão aprendendo com esses pistoleiros e serão mais golfistas que vão asir atirando pelos torneios afora.
Certa vez vi, no escore final de um torneio, um ganhador com um net abaixo 60. Comentei com um diretor e ele me explicou que aquele jogador era de Londrina. Quer dizer que de Londrina pode? Claro que não e reclamei da mesma forma, porque é praticamente impossível, um golfista de handcap 36, jogar 43/45 em dois dias seguidos. Ou será que isso pode acontecer?
Acontecerá no próximo fim de semana um dos mais importantes eventos de golfe no sul do país: o 5º Aberto de Duplas da Federação Paranaense / 1º Open CCF de Golfe e Taça Wolf Hotte. A reunião destas três competições em Santa Catarina está sendo possível graças ao incentivo de empresas privadas a este esporte, em Joinville.
Com mais de 50 duplas inscritas, reunindo alguns dos melhores golfistas do país, espera-se também uma grande afluência de simpatizantes, familiares, imprensa e do público em geral. Trata-se de um evento em que o patrocinador costuma encontrar o retorno esperado, sem necessidade de grandes investimentos publicitários.
Depois de perder a etapa do Tour Europeu no Rio de Janeiro, para Roger Chapman, no playoff, o inglês Padraig Harrington confirmou seu favoritismo na etapa de São Paulo e faturou os R$ 125 mil do prêmio destinado ao campeão, o maior pago até hoje em campos sul-americanos. Nos quatro dias de torneio, Harrington marcou 270 tacadas, 14 abaixo do par.
Chapman, desta vez, não apareceu entre os melhores da etapa, pois o segundo colocado foi Garry Norquits (272) com 12 abaixo do par. Na terceira colocação, com 274 tacadas, ficaram cinco jogadores em igualdades de condições.
Na terceira colocação ficaram Eduardo Romero (Argentina), os ingleses Ian Poulter, Greg Owens e Steve Webster, além do paraguaio Pedro Martinez. Adilson José da Silva, que vive no Zimbabwe há 12 anos foi o primeiro brasileiro classificado. Depois entraram Acácio Jorge Pedro, Ruberlei Felizardo e Luiz Martins, os quatro que passaram no corte.
Padraig Harrington não conseguia esconder sua alegria, porque já no Rio ele havia perdido no playoff e ainda levou R$ 72 mil, totalizando quase 200 mil reais. ôPodem estar certos que voltarei ao Brasil no próximo ano. Foi uma experiência fantástica, num país maravilhoso#, disse.
O golfe vai estar presente na abertura na solenidade de abertura que os australianos estão preparando para os Jogos Olímpicos. O Comitê Organizador das Olimpíadas fizeram convite para que Greg Norman, o australiano que se destacou no mundo todo através do golfe, para conduzir a Tocha Olímpica.
Greg Norman estará entre outros nomes importantes do esporte australiano e já confirmou. Caberá a ele a honra de entrar no Estádio Olímpico, onde estará sendo realizada a festa de abertura, com a Tocha. Norman levará a tocha desde a Ponte Harbor até o estádio. Um reconhecimento pelo grande talento do golfista mundialmente conhecido.
Fernando Guilherme, atual líder do ranking de golfe no Rio Grande do Sul; Fernando Mechereffe, que estará jogando em casa; e Maria de Lourdes Verlantieri, são os maiores destaques do 17º Aberto de Golfe do Clube Campestre, de Pelotas, que acontece neste final de semana. O torneio é um dos mais tradicionais dos gaúchos.
Mesmo ficando na 20ª posição, o brasileiro Priscilo Diniz ficou satisfeito com sua estréia na categoria senior, do Tour Europeu. A etapa foi disputada nas Bermudas. ôJoguei bem, mas errei muitos putts. No segundo dia, nos primeiros seis buracos, estava jogando quatro abaixo, e depois não deu certo#, contou.
Vale lembrar que os cinco melhores classificados do Senior PGA Europeu na ômoney list# estarão classificados para a segunda etapa do PGA dos Estados Unidos. Daí uma boa razão pela briga, no bom sentido, que existe no PGA Europeu, entre os seniores.

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