São Paulo - Com o italiano Valentino Rossi buscando sua quarta vitória na categoria MotoGP, o Mundial de Motovelocidade tem hoje no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a sétima etapa da temporada. A primeira categoria a ir para a pista será a motoGP (ex-500cc), às 11h30 (com transmissão ao vivo da Rede Globo), seguida da 125cc, às 13 horas; e a 250cc, às 14h15.
Valentino Rossi, da Yamaha, atual tricampeão da MotoGP, tenta hoje sua quarta vitória consecutiva no Mundial-2004. Rossi venceu todas as seis provas que disputou no GP do Brasil. ''A pista do Rio é especial para mim'', revelou o italiano, que trava um duelo pessoal com o espanhol Sete Gibernau, da Honda, na disputa do campeonato. Ambos possuem 126 pontos, mas Rossi está na frente por ter mais vitórias.
''Sete está sempre lá, correndo bem. Parace que vai ser entre eu e ele. Será uma luta dura até o final'', continuou Rossi.
O brasileiro Alexandre Barros, que sofreu um acidente no GP da Holanda, na semana passada, está confiante.
Mesmo admitindo não estar bem fisicamente, por causa de contusão no ombro direito e na mão esquerda, o brasileiro acredita que a lesão não irá atrapalhar seu rendimento durante a corrida. ''Ainda sinto dores. Não estou totalmente recuperado, mas já corri em piores condições'', declarou Barros, que ocupa a sétima posição na classificação mundial.
O desempenho nesta temporada não está agradando a Barros. Lamentou ter ocorrido problemas nas etapas disputadas em Mugello, na Catalunha e em Assen, mas frisou que espera reverter a situação. ''Os resultados recentes não tem sido bons, mas com o calor humano da torcida espero que a história possa mudar'', disse o piloto brasileiro, que apontou os italianos Valentino Rossi, líder da competição, e o espanhol Sete Gibernau, vice-líder, como favoritos para vencer o GP de Jacarepaguá.
Reverenciado por Barros, Valentino Rossi, da Yamaha, disse que espera obter bom resultado na corrida de domingo, mas lembrou que há outros pilotos que podem estar no topo da classificação. ''Acredito que os rivais vão se aproximar. Não pode haver acomodação'', afirmou o italiano.

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