São Paulo - Aquilo que os corintianos mais temiam se confirmou: Ronaldo está fora do clássico com o Palmeiras, domingo, no Pacaembu. Ele sofreu uma lesão na coxa direita durante o empate com o Mirassol, por 1 a 1 - o Fenômeno marcou o gol do Timão no primeiro tempo.
Os exames realizados ontem mostraram que a lesão de Ronaldo não é grave, mas o departamento médico do Corinthians, comandado pelo Dr. Joaquim Grava, achou por bem que o Fenômeno não entre em campo neste domingo. Segundo Grava, o atacante sofreu uma pequena soltura na fibrose gerada pela contusão sofrida durante a partida contra o Flamengo, em novembro, na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.
O atacante será reavaliado no início da próxima semana para um prognóstico de volta.

Roberto Carlos
Ficou decidido que a marca RC6 será a usada nos produtos licenciados com o nome de Roberto Carlos. O projeto, em conjunto entre Corinthians e o jogador, servirá para arrecadar o dinheiro que vai ajudar a pagar parte do salário - R$ 300 mil mensais - e das luvas a que ele tem direito - mais de R$ 1 milhão.
Com isso, o lateral-esquerdo terá de abrir nova empresa, já que hoje possui a grife RC3, referente ao número que usou quando atuou no futebol europeu. Lançada em março de 2009, em evento cheio de pompa em bar da capital paulista, é voltada para o público jovem - e não vai acabar.
Havia dúvida se seria viável bombar a RC3 mesmo com o jogador vestindo a camisa 6 no Corinthians. Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, convenceu o empresário do atleta, Fabiano Farah, de que o corintiano identificaria o lateral com o número seis.
Na cabeça de Rosenberg, o Roberto que está na memória do brasileiro é o da seleção brasileira - apesar das críticas que recebeu após derrota para a França, em 2006, quando ajeitava o meião no gol de Henry. ''Ele deve abrir uma empresa, mas a marca RC6 será do Corinthians'', confirmou Caio Campos, gerente de marketing.

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