Ronaldo conta histórias e arranca risos de plateia
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Folhapress 
São Paulo - Último a chegar ao evento de um patrocinador no Pacaembu, o ex-atacante Ronaldo arrancou risos da plateia ao relembrar causos da época de jogador. Após passar um vídeo com o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, que não pôde comparecer, Ronaldo ironizou.
''Esse aí teve uma parcela muito grande para que eu deixasse o futebol, essas concentrações que ele fazia'', disse o ex-corintiano, com uma camisa verde com o logo do guaraná Antarctica.
Em seguida, completou: ''Mas o Mano é um super cara do bem, conto com ele, quero desejar toda a sorte do mundo, é muito capaz''.
Aproveitando o assunto, o Fenômeno emendou. ''Fugi uma vez da concentração. Foi com o Romário, em um megaesquema profissional, na Copa América não sei se de 1997 e 1999 (Romário não estava em 99). Ele me chamou para sair, eu não sabia para onde era... Fomos pra trás do hotel e pulamos o muro. No outro lado, já tinha uma escada e um táxi nos esperando''.
Ronaldo ainda brincou com o ex-companheiro de Brasil, Real Madrid e Corinthians, o lateral esquerdo Roberto Carlos, hoje técnico-jogador no Anzhi, da Rússia. ''Ele ficava dizendo que queria se concentrar comigo, aí eu falava: ''Roberto, ''tamo' bem pra caramba, já terminando carreira, vamo cada um pro quarto... É um saco dividir quarto''.
Ronaldo ainda lembrou dos beijos que dava na careca do lateral, desde a época da Espanha.
Em seguida, a cantora Claudia Leitte - também patrocinada pelo refrigerante - perguntou sobre sexo antes dos jogos. Eis que Ronaldo soltou mais uma: ''Acho que masturbação atrapalha muito mais. Cansa muito mais que o próprio sexo, e na concentração rola bastante'', disse.
Sem polêmica
Novos garotos-propaganda de um dos patrocinadores da seleção, as revelações Neymar (Santos) e Lucas (São Paulo) se esquivaram de entrar em polêmica com a definição da tabela da Copa do Mundo de 2014, na semana passada.
O Brasil só vai jogar no Maracanã, maior palco do país e casa de quase toda a campanha da seleção no Mundial de 1950, caso alcance a final do torneio. ''Independente do estádio, eu quero jogar'', disse curto e grosso Lucas.
Neymar completou: ''Nosso papel é jogar, não tem essa de escolher estádio, escolher dia... a gente vai batalhar muito para chegar à Copa do Mundo, e se Deus quiser estarei presente, ir muito bem nos outros estádios e chegar ao Maracanã na final''.


