Jato particular à disposição, a companhia da namorada e lugares paradisíacos. Ronaldinho vai ter de interromper o doce descanso para cuidar dos negócios. De 11 a 13, o craque participará da programação de abertura da sua boate, a R9, e conhecerá o novo projeto de divulgação da sua imagem e comercialização da sua marca, em parceria com a Nike, empresa de material esportivo com a qual tem contrato vitalício.
Por mais que esteja investindo em sua carreira de empresário, não vai ser fácil para Ronaldinho deixar Cancún, no México, última escala de sua viagem de férias. Feliz por estar desfrutando de prazeres dos quais ficou privado no período em que disputou a Copa do Mundo na França, o jogador telefonou ontem para seus procuradores, Alexandre Martins e Reinaldo Pita, para saber das novidades. Ele destacou a beleza do balneário mexicano e perguntou, sorrindo, se não poderia ficar por lá, jogando futebol. ‘‘Não tem um time aqui em Cancún para eu jogar?’’, perguntou.
Ronaldinho desloca-se no jato particular do presidente da Inter de Milão, Massimo Morati. Esteve em Las Vegas, visitou uma ilha no Caribe e depois partiu para Cancún, onde virou uma atração para os turistas disputando partidas de futevôlei.
O atacante será a principal atração nos três dias de recepção na boate R9, na Rua Venâncio Flores, no Leblon. Os seus sócios são Roberto Campos, ex-gerente comercial de Ricardo Amaral, e os seus procuradores, Alexandre Martins e Reinaldo Pita. O ator global Márcio Garcia será o promoter da casa, com uma porcentagem no bar. A boate, com fachada de policarbonato transparente, importado da Holanda, tem três andares e capacidade para 400 pessoas. No primeiro andar funcionará o restaurante e bar; no segundo, a boate e no terceiro, um espaço vip para 25 pessoas.
A reapresentação de Ronaldinho na Inter está marcada para o dia 20. Eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, o craque viu o resultado ser contestado por um de seus principais amigos, o atacante Romário, do Flamengo. Segundo Romário, a eleição ‘‘foi uma vergonha’’. Segundo ele, o francês Zidane, autor de dois gols na final contra o Brasil, foi o melhor.

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