Rogério Ceni concentrado no Mundial de Clubes
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terça-feira, 08 de novembro de 2005
Agência Estado 
São Paulo - Depois de faturar o tão sonhado título da Copa Libertadores, o goleiro Rogério Ceni não esconde a maior obsessão na carreira: o Mundial de Clubes, que será disputado no Japão, em dezembro. Não poderia ser diferente. Afinal, em 93, ele sentiu o gostinho de ver de perto o triunfo tricolor sobre o badalado Milan era o reserva de Zetti. Agora, depois de doze anos, estará de volta ao palco em que o São Paulo fez história na década passada.
''É a chance de consagração entre todos os continentes. Será a primeira vez em que teremos um representante de cada continente, com a tradição de ser realizado no Japão e com o aval da Fifa. Não tenha dúvida de que será especial para todos'' afirmou Rogério Ceni.
As comparações com o bicampeonato mundial do São Paulo (92 e 93) terminam aí. Para Rogério Ceni, o atual elenco está longe de repetir o sucesso das equipes que brilharam nas mãos de Telê Santana. ''Precisamos fazer muita coisa para nos igualarmos àquele que foi um dos maiores times de todos os tempos. E não só para o São Paulo é difícil, mas também para qualquer outro clube não será fácil repetir a façanha'', disse o capitão são-paulino.
Palmeiras O prefeito de São Paulo, José Serra, fez duras críticas ao time do Palmeiras ontem, durante a apresentação do projeto para o Museu do Futebol, no Pacaembu. Como um autêntico torcedor, ele entende que Baiano, Fabiano, Gioino, Washington e mais alguns outros não têm condições de ser titulares da equipe de Leão. ''O que falta é um par de atacantes e um par de laterais'', criticou o prefeito. Mas Serra fez questão de isentar de culpa o técnico Emerson Leão. ''Ele é milagreiro.''


