A inauguração oficial do novo estádio do Timão foi o assunto principal da rodada. Evento-teste da Fifa, preocupada com a abertura da Copa. Jogo sem testes para o Timão, preocupado com a tabela. O Figueirense, que vinha zerado em pontos e gols, resolveu botar água da forte chuva no chope da Fiel. Uma zebra maior que os possíveis elefantes-brancos do pós-Mundial. Algumas pulgas atrás das orelhas de Mano Menezes.
Nesse mesmo momento, Ganso teve um espasmo de bom futebol. Em outro palco da Copa, o sexagenário Maracanã, o meia fez dois gols e tornou amarga a (re)estreia de Ney Franco no comando rubro-negro. O único mandante que atuou em neoestádio do Mundial a vencer foi o Cruzeiro. No Mineirão, a Raposa deu um chega para lá na eliminação da Libertadores e fez 3 a 2 no Coxa.
Ainda houve a Arena Pantanal em cena. Com a Vila .emprestada. justamente à Fifa, o Santos recepcionou oGalo no Mato Grosso e perdeu por 2 a 1, com seu ex-pupilo André marcando duas vezes.
O líder exibiu-se em cenário extracopa. Em Criciúma, o 0 a 0 foi suficiente para isolar o Internacional na ponta. A equipe gaúcha, única invicta ao lado do São Paulo, agora, além do Cruzeiro, sente no cangote o respirar do seu arquirrival Grêmio. Na sua arena padrão Copa, o time tricolor venceu seu semelhante carioca por 1 a 0. O Fluminese de Fred, camisa 9 da Seleção Brasileira na Copa, parou em Marcelo Grohe, que fez uma defesa à la Gordon Banks em uma outra Copa, a de 1970, bem conhecida por nós.
A Arena Fonte Nova, abrigo baiano no Mundial, cedeu espaço ao menos glamouroso Pituaçu. Foi lá que o Verdão surpreendeu o Vitória para ser o melhor paulista na classificação. A Arena da Baixada também ficou adormecida e o Furacão só empatou com a Chapecoense em Maringá (PR). Enquanto isso, o Serra Dourada, gigante renegado pela política, festeja a boa campanha do Goiás. Com o triunfo por 2 a 0 sobre o Botafogo é a surpresa deste começo. Sport e Bahia descansaram neste giro pré-Copa.

Imagem ilustrativa da imagem RODADA DE COPA
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