Rivalidade local está de volta
A Copa 100 Anos marca o retorno da rivalidade local entre Londrina e Portuguesa Londrinense. A volta do confronto na elite paranaense ganhou este ano um ingrediente a mais para apimentar o clássico: a briga entre as diretorias.
A guerra começou quando cartolas da Lusinha decidiram mudar o nome do clube para Grande Londrina. Com uma manobra jurídica e política, a diretoria alviceleste conseguiu barrar a alteração. Quando ensaiavam uma reaproximação, o Tubarão tirou o goleiro Nei da Portuguesa e atravessou a negociação do atacante Macedo com a rival. Para quebrar as relações de vez, com uma manobra o Londrina tomou o lateral Igor da Lusinha.
Enfraquecida com a saída de dois de seus principais jogadores, a Portuguesa entra na competição como figurante, apesar do discurso do técnico Dirceu Mattos de que seu time brigará em condições iguais pelo título. A equipe se reforçou com jogadores mais velhos e que estavam parados, como o goleiro Osmar, 34 anos e visivelmente fora de forma, e dos atacantes Ézio, 32, e Aléssio, 34. O volante Diego, ex-São José-PR e Toledo, e o lateral-esquerdo Givanildo, são outros reforços. Além deles, voltaram de empréstimos os zagueiros Roberto e Izone e o atacante Beré.
Já o Tubarão entra como um dos favoritos. Em cima da hora, o time conseguiu fazer boas contratações, como os atacantes Anderson, ex-Benfica, e Macedo, ex-São Paulo, Santos e Cambé, o meia Marcelo Silva, ex-Vitória e Marcílio Dias-SC e o zagueiro Állan Aal, ex-Coritiba e Botafogo-RJ. (T.M.)





