São Paulo - A relação turbulenta de Rivaldo com Paulo César Carpegiani, ex-técnico do São Paulo, fez o veterano meia-atacante evitar novas polêmicas após o empate com o Atlético-PR (2 a 2), na noite do último sábado, no Morumbi. Deixado na reserva pelo treinador Adílson Batista, o jogador de 39 anos apoiou a decisão do comandante que decidiu poupá-lo.
''O Adílson disse que me deixaria no banco pensando nos próximos jogos e eu entendi'', disse Rivaldo, autor do gol salvador, já aos 45 minutos do segundo tempo, que evitou novo vexame do São Paulo no Morumbi.
Há alguns dias, o meia-atacante havia dito que não gostaria de ser poupado e preferia ser tratado como os jogadores mais jovens do elenco.
Com Adílson Batista, Rivaldo tem sido titular do time e, por isso mesmo, evitou questionar a decisão do técnico de poupá-lo nas duas partidas. No empate com o Atlético-PR, no sábado, ele entrou aos 15 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava 1 a 1. Pouco depois, o São Paulo levou o segundo gol, mas Rivaldo garantiu o empate no final.
E o golaço marcado por Ilsinho contra o Atlético-PR pode ter sido um bonito desfecho para a segunda passagem, pouco brilhante, do meia/lateral pelo São Paulo. Com chances remotas de ter seu contrato renovado até quinta-feira, ele insiste em assinar um acordo até dezembro de 2012, acerto que a diretoria são-paulina descarta.
Ele teve passagem marcante pelo Morumbi em 2006, quando ajudou o São Paulo a conquistar o Campeonato Brasileiro daquela temporada e foi comprado pelo Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Desde seu retorno há quase um ano, tentou retomar, sem sucesso, seu melhores dias.

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