Rivais paulistas tentam criar clima de paz
PUBLICAÇÃO
sábado, 11 de outubro de 2008
Agência Estado 
São Paulo - O clássico entre Palmeiras e São Paulo será debatido, discutido e dissecado longamente nos próximos sete dias, até que a bola comece a rolar às 16 horas do dia 19 de outubro, no Palestra Itália. E tudo que os times não querem é que ele descabe para algo que vá além do futebol. A palavra guerra está proibida até o encontro nos dois lados do muro dos vizinhos de CT.
Tem de parar com esse negócio de guerra. Claro que, se tiver gás de novo, estou morto. Mas nunca tivemos problemas antes no Palestra Itália. Foi algum irresponsável que fez aquilo, afirmou o técnico Muricy Ramalho, relembrando o episódio com o gás no vestiário do seu time no intervalo no segundo jogo da semifinal do Campeonato Paulista.
Se for ficar lembrando do passado, vai ser guerra. Tem de ter muito cuidado na condução dos fatos, pois queremos que seja apenas um jogo de futebol, acrescentou Vanderlei Luxemburgo.
A atitude do palmeirense foi elogiada por Muricy. O Vanderlei já começou certo com o discurso, vou fazer minha parte aqui e espero que vocês (jornalistas) também façam. Não pode ficar com essa conversa mole de que vai ser uma guerra. As pessoas ouvem isso. Se começar essa onda, vamos cortar. Temos de falar de futebol.
Palmeiras e São Paulo estão muito próximos na classificação -apenas dois pontos separam os times - e quem vencer ganhará força para disputar o título com o líder Grêmio.


