descartando os comentários de que os jogadores estejam desmotivados para ganhar a competição. "Todos jogos que disputamos são importantes." Sobre os adversários, o jogador diz que os conhece pelos vídeos que assistiu. "Sei um pouco das suas características, mas temos que jogar de qualquer jeito", diz. E ainda lembra que o Manchester não altera a sua forma de jogar diante de nenhuma equipe.Por Rodrigo Mattos Rio de Janeiro, 05 (AE) - Desde domingo no Rio, o principal goleador do Manchester United na temporada de 1999, o atacante Dwigth Yorke, de 28 anos, confessa que se surpreendeu com a cidade. "Não é tão ruim quanto as pessoas falam, apesar de existir pobreza", diz. O Manchester investiu US$ 20 milhões na contratação do jogador - a mais cara de sua história. Antes, Yorke jogava pelo Aston Villa, em 1998, onde se destacou graças a sua habilidade. O atacante, no entanto, faz questão de ressaltar que ainda não conhece bem o Rio, pois saiu pouco do Hotel Intercontinetal, em São Conrado, zona sul - onde a delegação do Manchester United está concentrada. Nas poucas vezes que deixou o hotel, Yorke passeou pela praia de São Conrado, de onde pôde ver a Rocinha, considerada a maior favela da América Latina. Nascido em Trinidad-Tobago, Yorke gostou de ter vindo ao Brasil porque, segundo ele, o País lembra a sua terra natal. "Depois de tanto tempo morando em Londres é legal vir para um lugar quente", afirma Apesar das críticas da imprensa inglesa, para qual o Manchester não deveria ter vindo para o Brasil, Yorke acha que a viagem foi válida. "Gostei de vir e agora espero vencer a competição", afirma ele