Rio Branco corre risco de perder vaga na Copa do Brasil
Curitiba - A fácil vitória sobre o Villa Nova-MG, por 3 a 0, no Caranguejão, que praticamente garantiu a equipe na terceira fase da Copa do Brasil, mal pôde ser comemorada pelo Rio Branco. Bem sucedido dentro de campo, o clube parnanguara pode ser declassificado pelo STJD. A denúncia é referente à utilização, supostamente ilegal, do atleta Paulo Augusto nas partidas diante do Avaí, já que o jogador só teve seu nome inserido no BID da CBF no dia 6 de março.
Em sua defesa, o Rio Branco alega que o contrato do atleta foi registrado na Federação Paranaense de Futebol (FPF) no dia 5 de janeiro, sendo remetido em seguida para o setor de registros da CBF. De acordo com o advogado Augusto Roff, o procedimento é suficiente para dar condições de jogo ao atleta. ''Causou surpresa a denúncia, já que o clube cumpriu a risca o artigo 7, inciso 3º do regulamento da Copa do Brasil'', explica. O artigo citado prevê que na hípotese do nome do atleta não constar do BID, se o clube comprovar que a documentação completa correspondente foi entregue e protocolada dentro dos prazos do regulamento não há descumprimento da lei.
Estadual - Caso a irregularidade da utilização do jogador seja confirmada, poderiam ocorrer mudanças também na classificação do Campeonato Paranaense. Os dois clubes mais interessados no julgamento seriam o J. Malucelli e o Londrina.
A diretoria da equipe de São José dos Pinhais estava na tarde de ontem no Rio de Janeiro, acompanhando o julgamento pelo STJD da polêmica partida diante da Adap Galo, e não foi localizada pela reportagem para comentar o caso. Mas recentemente o clube abriu mão de qualquer recurso contra o Paraná, pela utilização de atletas em dois jogos com intervalo de menos de 24 horas, e pode repetir este posicionamento.





