Curitiba Um dos principais clássicos do vôlei feminino brasileiro acontece hoje às 20 horas, no ginásio José Liberatti, em Osasco. Pela quarta rodada da Superliga Feminina jogam o Finasa (ex-BCN) e o Rexona-Ades, que têm motivações diferentes para buscar a vitória. O time do Paraná vem de uma derrota na última rodada, para o Automóvel Clube/Campos (RJ), por 3 a 0, e quer a recuperação neste início de ano novo. Já a equipe de Osasco quer manter a invencibilidade e a liderança da competição.
O time do técnico Hélio Griner não tem tido bom desempenho frente ao tradicional rival. Na temporada passada, de oito partidas, em encontros dentro e fora da Superliga, perdeu sete para o time comandado pelo técnico da seleção brasileira feminina, José Roberto Guimarães.
A vantagem muda se for feita a retrospectiva dos encontros das duas equipes em partidas pela Superliga. Foram 11 vitórias do Rexona-Ades em 17 jogos, mas a equipe dirigida pelo técnico Helio Griner é unânime em afirmar que o adversário é um dos principais candidatos ao título da temporada, favoritismo descartado pelo técnico Guimarães.
''Esse jogo é um clássico do vôlei nacional. O Rexona é um time com jogadoras experientes e conta com a Fofão, uma das melhores levantadoras do mundo'', comentou Zé Roberto. ''Vai ser uma partida difícil e sempre que as duas equipes se enfrentam realizam jogos equilibrados. Tenho certeza de que não será diferente desta vez.''
Hélio Griner, por sua vez, lembra que do outro lado da quadra estará, entre outras, a levantadora Fernanda Venturini, um fenômeno do vôlei mundial e que está de volta à seleção brasileira. Além das levantadoras, outros grandes nomes brilham dos dois lados: Sassá e Elisangela pelo Rexona-Ades e Paula e Érika pelo Finasa.
''Eles têm um time completo. Até as reservas são muito boas. A equipe tem ótimos saque, passe e bloqueio, mas isso não nos intimida porque também estamos com uma equipe muito boa. Só precisamos acreditar e correr atrás de um bom resultado, sempre com o pensamento positivo'', diz a ponta Dayse, que se transferiu para o Rexona-Ades depois de ficar quatro anos no Osasco.

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