Rexona renova contrato de jogadoras
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quarta-feira, 04 de maio de 2005
Das Agências 
São Paulo - O Rexona renovou ontem o contrato da atacante Estefânia, pivô do maior escândalo da última Superliga Feminina de vôlei. A jogadora foi flagrada no exame antidoping por uso de maconha na final do Campeonato Carioca, em outubro de 2004, quando sua equipe venceu Campos e ficou com o título. Entretanto, o caso só foi divulgado cinco meses depois, já durante a Superliga.
A Federação de Vôlei do Estado do Rio de Janeiro (FVR), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) sabiam do episódio, mas omitiram o doping.
A atacante foi suspensa preventivamente em 20 de dezembro por 20 dias. Ela foi julgada no dia 10 de janeiro e ficou sem atuar até 28 de janeiro, perdendo oito jogos do Rexona na Superliga. Como o caso não foi analisado primeiro pela Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Estadual de Vôlei do Rio de Janeiro, a jogadora teve que passar por um novo julgamento.
A sentença de 120 dias foi mantida. Estefânia foi beneficiada por um artigo do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê a redução da pena pela metade quando o atleta for de um esporte não-profissional. Dos 60 dias restantes, Estefânia ficou 40 afastada das quadras e cumpriu um terço da pena com prestação de serviços sociais, doando cestas básicas a comunidades carentes.
Agora, o Rexona tenta se manter forte para a próxima temporada. A atacante Renatinha, maior pontuadora da Superliga, foi contratada junto ao time de Campos. E o contrato de Sassá também foi renovado.


