O Rexona Vôlei quer manter o ritmo da estréia, quando venceu o Macaé Sports/Nuceng por 3 a 2, e assegurar a liderança na segunda rodada da Superliga Feminina de Vôlei hoje, às 20h30, contra o Automóvel Clube de Campos, no interior fluminense. O time de Campos também começou o torneio com vitória ao aplicar 3 a 0 no Buettner Vôlei.
Além da vitória, o Rexona teve a israelense Tatiana Shaposhnikov eleita a melhor jogadora da rodada de abertura. O técnico Hélio Griner, que faz sua estréia à frente da equipe no campeonato nacional ficou satisfeito com o desempenho do grupo.
‘‘Gostei da nossa estréia. Poderia ter sido mais tranquila, mas não conseguimos manter o equilíbrio’’, afirmou Griner. Sobre a partida de hoje, o treinador espera mais tranquilidade do Rexona. ‘‘Estamos vendo fitas, trabalhando bastante para enfrentar o Campos, que é uma equipe com um bom conjunto e bem estruturada’’, afirmou.
No ano passado as disputas entre Rexona e Campos foram muito equilibradas. No Campeonato Paranaense, o time fluminense, dirigido pelo técnico Luizomar Moura, campeão brasileiro pelo Flamengo, derrotou a equipe de Curitiba na decisão do título.
Sobre sua escolha como destaque da rodada, Tatiana mostrou-se feliz com o resultado das estatísticas. ‘‘Foi uma partida bastante difícil contra o Macaé especialmente por ter sido o meu primeiro jogo de fato na equipe e ainda por cima na casa das adversárias, com a torcida a favor delas’’, lembrou a atacante.
Com o pensamento voltado para o Rexona desde a semana que passou, a meio-de-rede Kely, do ACF/Prefeitura de Campos, acredita que o jogo será decidido nos detalhes. ‘‘A nossa estréia até que foi tranqUila, mas agora o jogo contra o Rexona é outro papo. É uma equipe com grandes jogadoras, um bom ataque de ponta e um forte saque, principalmente da Raquel’’, diz.
Para a ponteira Fernanda Doval, como as duas equipes têm condições de garantir o título, não há favorito para esta partida. ‘‘É um clássico. São duas equipes com condições de conquistar o título. A única diferença é que nós jogamos a final do Grand Prix. Como o Rexona não passou para as semifinais, pôde trabalhar mais tempo junto para a Superliga. No entanto, volto a afirmar que nesse confronto não há favoritos. A partir de agora, todo jogo vale uma final’’.

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