Rexona ganha fácil do Banestado: 3 a 0
Cesar AugustoSem dificuldadesEstefânia desvia do bloqueio do Banestado para marcar para o Rexona, no primeiro setQuem compareceu ontem ao Moringão viu o Rexona passar pelo Banestado/Aguativa com grande facilidade, marcando 3 a 0 em apenas 45 minutos. O jogo foi tão fácil, que já no primeiro set o time curitibano marcou 15 a 0, gastando apenas doze minutos e meio. Vale dizer que 6 pontos foram erros do Banestado/Aguativa. Na realidade, as meninas do Banestado apenas viram o Rexona jogar. No segundo a situação mudou um pouco, apesar de um início até que fraco e uma boa reação do time londrinense, que perdendo de 5 a 1, chegou a virar em 7 a 6 e segurar o líder do campeonato, até 8 a 8. Depois disso o Rexona retomou o comando da partida, fechando o set em 15 a 9, em 18 minutos e 52 segundos.
A expectativa ficou para o terceiro set, com as londrinenses na esperança de vencer pelo menos um. E o técnico Bernardinho começou com três reservas na equipe e depois colocou as demais. Com isso a partida ficou ainda mais equilibrada, embora o Rexona abrisse no início. Mas o 15 a 10 mostrou um bom poder de reação do Banestado/Aguativa. O set demorou 21 minutos e 43 segundos. Esta foi a décima terceira vitória do Rexona, que manteve a liderança da Superliga e agora terá três difíceis adversários nas próximas rodadas.
Outros quatro jogos serão disputados hoje, às 20 horas, no complemento da terceira rodada do returno da Superliga Feminina. O Leites Nestlé, que divide a liderança do torneio com o Rexona, enfrenta o Marco XX/Estrela, em Divinópolis. Outras partidas: Joinville x Dayvit, em Joinville; BCN x Davene/Paulistano, em Osasco; e Mesbla x Uniban, em Ribeirão Preto.
Telepar/MaringáCinco partidas estão marcadas para hoje pela nona rodada da Superliga Masculina. Os jogos acontecem a partir das 20 horas. O representante do Paraná, o Telepar/Maringá vai a Araraquara (SP) tentando se manter com chances de classificação na partida contra o Lupa/Náutico. O Telepar ocupa a nona colocação com 9 vitórias e 10 derrotas e precisa vencer para ficar entre os oito classificados para a próxima etapa. O Lupa é quinto colocado com 10 vitórias e 9 derrotas. Outros jogos: Unincor x Banespa, em Três Corações; Try On/MRV x Philco, em Belo Horizonte; Report x Fluminense, em Suzano; e SOS Computadores x Palmeiras, em São Caetano.
Antidoping A partir dos playoffs todos os jogos da Superliga Masculina e Feminina de Vôlei terão exames antidoping. O uso de drogas no esporte, que provoca cada vez mais escândalos, passou a ser uma grande preocupação da Confederação Brasileira (CBV), que pretende fazer até quatro exames - dois atletas de cada time - na fase decisiva da competição. Os testes já estão sendo feitos, mas apenas nas partidas mais importantes.
O objetivo da CBV, segundo o superintendente-geral da entidade, Marcos Pina, é testar o maior número possível de atletas e, de preferência, os mais conhecidos do País. Como queremos evitar surpresas em competições oficiais como Liga Mundial, Campeonato Mundial e Grand Prix, todos os jogadores de expressão, candidatos a uma vaga na seleção, precisam passar pelo antidoping, comenta o dirigente. Por isso, estamos usando dois critérios de escolha de atletas, o sorteio e a indicação.
O superintendente conta que na partida da Olympikus contra o Report/Suzano, disputada na semana passada, no Rio, o delegado do jogo chegou ao Ginásio do Grajaú com o nome dos dois jogadores que seriam testados. O sorteio, às vezes, não atende aos interesses da CBV, lembra. Adianta pouco fazer teste num atleta que quase não joga, que entra apenas numa passagem no fundo ou na rede. Os exames antidoping são feitos no laboratório da Universidade Federal do Rio e o conjunto de dois kits custa cerca de R$ 300,00, sem as despesas operacionais.





