DivulgaçãoDanielle Scott, do Leites NestléA Confederação Brasileira de Vôlei confirmou ontem o início das finais da Superliga Feminina para domingo. Leites Nestlé e Rexona fazem o primeiro jogo da série melhor-de-cinco em Jundiaí. O Rexona, por ter obtido melhor campanha nas fases anteriores do torneio, tem a vantagem de fazer três partidas em Curitiba.
O técnico Sérgio Negrão, do Leites Nestlé, não esconde sua preocupação por jogar no domingo, apenas três dias depois de assegurar a vaga na decisão (o time derrotou o Mappin/Pinheiros por 3 a 0, com parciais de 15/3, 15/6 e 15/9, e fechou o playoff por 3 vitórias a 1).
‘‘Vou ter apenas um dia para preparar o time para o primeiro jogo das finais’’, lembra o treinador. ‘‘As jogadoras vinham de uma maratona de partidas e de treinos e tive de dar uma folga para o grupo.’’ Sérgio Negrão espera uma decisão bastante equilibrada. ‘‘Rexona e Leites Nestlés foram as melhores equipes do torneio e merecem estar nas finais’’, comenta o técnico. ‘‘Acredito que teremos jogos equilibrados, sem favoritos.’’ Negrão aponta a levantadora Fernanda Venturini como o grande destaque do adversário. ‘‘Ela é uma bailarina, que põe o time para jogar’’, diz o treinador do Leites Nestlé, responsável pelas únicas duas derrotas do Rexona na competição.
No Mappin/Pinheiros, a eliminação foi encarada com naturalidade. Com muitos problemas de contusão, o time chegou ao limite na Superliga. ‘‘Devido às circunstâncias, não podemos reclamar de nada’’, comenta o técnico Ari Rabello. ‘‘A equipe jogou sentiu o desgaste físico e emocional no último jogo.’’ Mappin e MRV/Suggar decidem hoje, em Belo Horizonte, o terceiro lugar do torneio.
As equipes de vôlei estão esperando a promulgação da Lei Pelé para não pagarem mais os salários dos atletas enquanto estiverem defendendo a seleção brasileira. Segundo a lei, a entidade convocadora passará a ser responsável pelo pagamento aos jogadores.

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