Rexona defende liderança contra MRV
Arquivo FolhaA experiênciaFernanda Venturini, uma das melhores jogadoras da Superliga, quer parar com a seleção brasileiraDepois da vitória do domingo contra o Uniban por 3 a 1, o Rexona volta a quadra hoje para enfrentar o MRV/Suggar, às 20 horas, no ginásio Tarumã, em Curitiba, pelo returno da Superliga Feminina de Voleibol. Como vem acontecendo desde o início da competição, mais uma vez a equipe curitibana joga para defender a liderança.
O técnico do Rexona, Bernardinho, gostou do desempenho da equipe contra o Uniban, mas voltou a reclamar dos momentos de desconcentração das jogadoras. Bernardinho também quer que as jogadoras melhorem o saque e o bloqueio, fundamentos que, segundo ele, são fracos.
Para o jogo de hoje, a equipe será a mesma que venceu o Uniban. Fernanda Venturini, Estefânia, Ana Volponi, Érika, Cintha e Erna estão confirmadas.
A Copa do Mundo, disputada em novembro, na Ásia, pode ter marcado a despedida de Fernanda Venturini, de 26 anos, da seleção brasileira de vôlei. Depois de dez anos na equipe, hoje comandada por seu marido, o técnico Bernardinho, a levantadora do Rexona admite a possibilidade de pedir dispensa do time, mesmo em ano de campeonato mundial. A jogadora não vai à BCV Cup, em junho, na Suíça. A competição vai coincidir com as minhas férias, diz. É justamente nesse período que pretendo me decidir. Caso resolva ir ao Mundial do Japão, em novembro, Fernanda vai estar com a seleção no Grand Prix, em setembro. Não dá para dissociar as duas competições, pois o Grand Prix serve de preparação para o mundial, explica. O futuro é tema constante de suas conversas com Bernardinho. Como eu, ele acha que só devo ir se puder ajudar, diz, para em seguida admitir que o marido a considera peça importante na seleção. Por causa da experiência, o Bernardinho acha que eu e a Ana Moser sempre ajudamos.





