São Paulo - Medalhista em duas das três últimas edições da Olimpíada, a equipe brasileira do revezamento 4x100 metros se prepara para, mais uma vez, subir ao pódio. Os velocistas não falam que a conquista em Pequim seja um sonho. Ao contrário, afirmam que uma medalha olímpica é uma realidade.
  ‘‘Pode escrever o que estou dizendo: este revezamento, não importa com qual formação, será pódio em Pequim’’, avisou o velocista André Domingos, remanescente do time brasileiro que conquistou as medalhas de bronze nos Jogos de Atlanta/1996 e a de prata em Sydney/2000.
  Vicente Lenílson lembrou do grupo que fez mágica na final olímpica em Sydney, ao cravar o recorde sul-americano (37s90) vigente há quase oito anos. ‘‘Vamos tirar outro coelho da cartola. E com chances de baixar nosso recorde.’’
  Mais comedido, o técnico Jayme Netto Júnior afirma que Pequim é um momento propício para a equipe brasileira de revezamento. ‘‘Os últimos resultados (Pan e Mundial) nos deram ânimo.’’

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