Retrospecto favorece a seleção mexicana
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sábado, 17 de julho de 2004
Agência Estado 
Arequipa, Peru - O México não teme o Brasil. Pelo contrário, lembram os últimos confrontos entre as seleções dos dois países. A superioridade mexicana é inquestionável. Foram seis jogos: quatro vitórias do México e dois empates. A última vitória brasileira foi na Copa América de 1999, no Paraguai, quando o Brasil venceu por 2 a 0. É verdade que na maior parte desses jogos o Brasil não teve força máxima.
''Estamos motivados. O Brasil é um grande time, mas que nós derrotamos várias vezes nos últimos anos'', disse Pardo, referindo-se às conquistas da Copa das Confederações de 1999 e da Copa Ouro de 2003, ambas sobre o Brasil. Entre os mexicanos, o ''Scratch de Ouro'' que encantou na Copa de 70 é coisa do passado.
''Medo deles quem têm são os nossos avós'', desdenhou o goleiro Sanches. Altamirano foi mais longe: ''O México avançou seu nível futebolístico. Qualquer um nos respeita. Temos jogadores para anular Alex e Edu, seu meio-de-campo. Estamos convencidos de que o México não é menor que o Brasil.''
O atacante Borgetti, de 31 anos e 1,85m, tem como ponto forte as jogadas aéreas. Com ele, o México se fortalece nesse tipo de jogada, que foi fatal para a defesa do Brasil na derrota (2 a 1) contrao Paraguai, na quarta-feira.


