Imagem ilustrativa da imagem RETROSPECTIVA 2016 - Alegrias, façanhas e tristezas



Os 366 dias deste ano bissexto foram marcados por diversos sentimentos que tomaram conta dos fãs do esporte. O Brasil virou o centro do mundo na Rio-2016 e fomos testemunhas dos feitos históricos das lendas Phelps e Bolt, além da medalha redentora no futebol com Neymar e outros meninos de ouro. O 2016 ainda surpreendeu a todos com a dor inimaginável da Chape e termina inundado pelas lágrimas da maior tragédia do esporte brasileiro

Imagem ilustrativa da imagem RETROSPECTIVA 2016 - Alegrias, façanhas e tristezas



Paris - Os Jogos Olímpicos, em geral, e a Rio-2016, em particular, não teriam sido os mesmos sem eles: o velocista Usain Bolt e o nadador Michael Phelps deram brilho a competição na Cidade Maravilhosa com o esplendor de suas lendas.
Phelps colocou um ponto final em sua carreira cobrindo-se de mais ouro: seu recorde de títulos olímpicos parou a conta em 23 ouros. Já Bolt garantiu sua terceira "trinca" de ouros seguida em Jogos Olímpicos, revalidando os títulos nos 100, 200 e revezamento 4x100 metros, em seu penúltimo ano de competição antes da aposentadoria, prevista para 2017.
Quem assumirá a responsabilidade de ser a grande estrela em Tóquio-2020? Nas últimas três Olimpíadas, Bolt e Phelps dividiram esse peso em seus ombros, sendo protagonistas em Pequim-2008, Londres-2012 e Rio-2016. Phelps já havia sido a grande estrela de Atenas-2004.
"Eu não preciso provar mais nada. O que mais posso fazer? Sou o maior", afirmou Bolt após ganhar a prova dos 200 metros no Rio. "Estou tentando ser um dos maiores da história. Quero estar entre Muhammad Ali e Pelé. Espero que, depois deste Jogos, eu faça parte desse grupo", declarou.

Imagem ilustrativa da imagem RETROSPECTIVA 2016 - Alegrias, façanhas e tristezas
mockup