Resultado não preocupa o treinador Berti Vogts
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segunda-feira, 23 de março de 1998
Sport Press 
O técnico Hubert (Berti) Vogts está na defensiva. Ele valoriza a importância do amistoso de amanhã contra o Brasil, em Stuttgart, mas minimiza a repercussão do resultado. Seus críticos, que são muitos, por certo vão cair sobre ele se a Alemanha perder, mas o técnico garante que uma derrota não será nada do outro mundo. Será que alguém terá coragem de criticar o Zagallo se o Brasil perder? E o Brasil pode perder. Mas também pode ganhar. O que vai realmente restar deste jogo serão as conclusões que se poderá tirar, tanto da nossa parte quanto da do Brasil.
Embora o técnico se reserve o direito de não anunciar o time que começa contra o Brasil, o mais provável é que escale a dupla de atacantes formada por Bierhoff (companheiro de Amoroso no bom ataque da Udinese) e Klinsmann, o capitão do time. Na defesa, sem o líbero Mathias Sammer, seriamente ameaçado de ficar fora da Copa, ele deve colocar Olaf Thon, tendo à sua frente os zagueiros Kohler e Babbel. A menos que preferia usar todo o trio defensivo do Schakle 04, com Thon, Eigenrauch e Linke.
Os alas devem ser Henrich pela direita e Ziege, do Milan, pela esquerda. Os três armadores, Hassler, Moller e Ricken ou Tarnat, e os dois atacantes Klinsmann e Bierhoff, uma vez que Bobic, ídolo do time local do Sttutgart, está lesionado e fora do amistoso.


