Do outro lado da chave de disputa estão os Grupos E, F, G e H. No Grupo E, os favoritos são a tricampeã mundial Itália e a República Tcheca. Mas esse é um grupo onde podem acontecer surpresas. Os outros dois integrantes são Estados Unidos e Gana, que possuem jogadores talentosos e um entrosamento capaz de surpreender os favoritos. Desse grupo sai o adversário do Brasil na segunda fase, caso os brasileiros não tropecem em seu favoritismo.
A Itália tem vários jogadores talentosos. A zaga formada por Nesta e Canavarro é uma das melhores do mundo. O meio-campo tem Pirlo, Totti e Del Piero. Já o ataque conta com o artilheiro do Campeonato Italiano, Luca Toni, e o oportunista Gilardino. Os italianos têm tudo para ir longe no Mundial. A República Tcheca conta com meias e atacantes de muita habilidade, como Nedved, Baros e Rosicky.
Os jogadores de Gana atuam, em sua totalidade, no futebol europeu, por isso conhecem bem seus adversários. Já os americanos estão em sua quinta Copa consecutiva. O destaque do time é o habilidoso e eficiente meia Donovan.
No Grupo G, os franceses estarão sendo observados. Depois do fracasso do último Mundial, os campeões de 1998 precisam mostrar serviço. Para isso, confiança total no maestro Zidane e nos artilheiros Henry e Trezeguet. A França deve ficar com uma das vagas na segunda fase. A outra deve ser disputada por Suíça, uma das surpresas entre as 32 seleções classificadas, e a Coréia do Sul, quarta colocada no último Mundial. Já Togo não parece ter forças para vencer seus adversários. Na Copa da África, Togo demonstrou ingenuidade e perdeu seus três jogos.
O Grupo H é composto por Espanha, que sempre promete muito e pouco faz em mundiais, Ucrânia, do artilheiro Shevchenko, Tunísia, dos brasileiros naturalizados Clayton e Francileudo, e Arábia Saudita, do técnico Marcos Paquetá. Sem sombra de dúvidas, Espanha e Ucrânia devem passar com tranquilidade para a segunda fase. (G.A.)

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