Representantes de equipes já contabilizam perdas
O possível corte de patrocínio da Sercomtel, que garante R$ 20 mil por ano à equipe, é visto com extrema preocupação pela supervisora da Unopar/FEL/Sercomtel, Renata Albino. ''Se isso vier a acontecer será um prejuízo grande para nós, pois usamos a verba da Sercomtel para promover todos os nossos eventos aqui na cidade, como fases da Taça Paraná e Taça Brasil e os jogos da Liga Nacional'', afirmou.
Segundo ela, a verba municipal que vem do Fundo de Incentivo a Projetos Esportivos tem que ser integralmente usada para salários e manutenção do time. ''As próprias passagens aéreas que pagamos às duas jogadoras nossas que vieram do Nordeste (Nívia e Paca) pagamos com esse repasse da Sercomtel'', acrescentou Renata. Outra perda, segundo ela, seria no nome esportivo da equipe. ''É importante ter o nome da nossa equipe vinculado à imagem de uma empresa como a Sercomtel. Dá mais credibilidade ao trabalho'', afirma.
O técnico e diretor da Inesul, José Saviani, também lamenta se a telefônica não renovar com sua equipe, que recebeu este ano R$ 50 mil. ''Para nós é muito importante o apoio deles (Sercomtel). Vamos aguardar uma posição até metade de janeiro e se não tivermos nada de positivo, já iremos atrás de outra empresa do ramo (telefonia) que nos procurou. Temos pressa em acertar os parceiros'', disse. A Inesul terá gastos elevados no primeiro semestre, quando disputará o Campeonato Nacional, a partir de 6 de janeiro. (J.K.)





