Renovação foi positiva, diz técnico da seleção
O técnico da seleção masculina, o espanhol Jordí Ribera, que está no comando da equipe nacional desde 2005, não fez grandes críticas ao grupo por ter perdido o primeiro amistoso para a Unifil em Maringá. ''Foi apenas um teste preparatório. Teve pontos negativos, mas também aspectos positivas. Achei que o grupo estava cansado em função dos intensos trabalhos físicos que estamos fazendo'', avaliou o espanhol.
Ribera fez grandes mudanças em relação ao grupo que vinha sendo convocado por Alberto Rigolo e que disputou os Jogos de Atenas, em 2004. Saíram da lista veteranos como os armadores Mineiro, Macarrão e Agberto e os pivôs Baldacin e Adalberto.
Para os seus lugares, Ribera preferiu trazer jovens que disputaram o Mundial Júnior de 2005, na Hungria, para iniciar um novo ciclo olímpico. As novidades foram os armadores Guilherme, Júnior e Japa, o pivô Pré, o ponta Borges e o central Bruno Santana. E para o lugar de Macarrão e Guga, centrais da Metodista e da seleção em Atenas, o técnico preferiu chamar Léo (Unifil), que não tinha espaço com Rigolo.
Essa renovação mudou o jeito da seleção jogar (agora usa mais a velocidade) e em princípio não afetou o desempenho. ''Este time foi campeão do Pan de Handebol em Aracaju, no ano passado, no último Mundial jogamos de igual para igual contra seleções como Polônia e Alemanha'', disse Ribera.
O técnico está confiante no título do Pan no Rio e na classificação para Pequim-2008. ''O tempo correrá a favor da seleção. Se ganharmos o Pan, aumentarão os investimentos na modalidade e haverá mais tempo para qualificar este grupo até a Olimpíada'', disse. (J.K.)





